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A outra metade da pizza

Há quanto tempo você come a mesma metade da pizza?

Você já parou para pensar quanto tempo a gente gasta discutindo o não fazer, enquanto poderíamos estar usufruindo deste tempo para focar no “fazer”?

O “não” como primeira resposta é tão enraizado, que chegar num simples consenso de que tipo de comida vamos pedir hoje pode levar alguns minutos preciosos do nosso tempo. E gastar tempo, que é o que temos de mais precioso, já seria um bom motivo para nos tirar dessa inércia. Há ainda a espessa crosta da rotina e o desgaste da mesma discussão de sempre, em torno dos mesmos tópicos, que vão aumentando e fazendo proporcionalmente diminuir nossa tolerância e nosso entusiasmo pelas coisas mais simples da vida. Que abalam a cumplicidade e nos fazem perder o interesse de compartilhar momentos com quem amamos.

Acaba que, com a não aceitação, com o ciclo do não, nós ligamos o piloto automático. “Ah, vai meia calabresa mesmo”. E não nos abrimos ao novo!

Quanto tempo faz que você não vai com sua filha ao parque? Porque “não, tem trânsito”. Há quanto tempo você não faz algo diferente do trabalho-academia-casa durante a semana, porque “não, não tenho tempo”? Há quanto tempo você não visita seus pais e passa horas com eles, porque “não, eles não me entendem”?

No improviso teatral, a aceitação é um dos principais conceitos.

É a primeira coisa que se aprende, que se treina. Quando você entra no palco, você tem que se aceitar. Aceitar sua autenticidade, o seu jeito de ser, o que te levou a estar lá. E aceitar o outro como ele é, respeitá-lo e aceitar o que ele vai falar, a proposta de idéia que virá dele, para que a história flua. Para que realmente haja uma continuidade, uma construção.

Que tal fazermos o propósito de hoje dizermos SIM? Tentarmos nem que seja por alguns minutos. Experimente um novo sabor! Brinque com seus filhos em vez de ir ao shopping. Vá ao campo no lugar de ir à praia. Visite um asilo em vez de ficar vendo Netflix.

Faça algo que há tanto tempo está aí gritando em seu peito para ser feito. Diga SIM a uma idéia pela primeira vez. Diga SIM a uma proposta diferente. Vai lá e faz!

E pra dar uma força nessa arte de dizer mais sim, preparei um vídeo bem curto encenando uma técnica de improviso para treinarmos:

Aceite o novo! Aceite-se! E improVIVA!

Ah, a imagem destacada foi escolhida a dedo no site circulosvirtuosos.com, blog parceiro do improVIVAção. Dá uma passadinha lá para mais frases legais e textos super inspiradores, e que nos ajudam a improVIVER!

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Giftback – EP01

O que tem a ver o “SIM” do improviso + “presentes” + “1 barco” com o mundo corporativo e nossa vida pessoal? Tudo! Eu combinei essas 3 coisas para criar o conceito Giftback!

Vamos ao primeiro vídeo da série?

Mas e o barco?

O barco é o exemplo vivo de como usar o giftback! No próximo episódio, vou contar porque ele foi importante na criação do giftback e postar todos os detalhes de como usar o conceito na nossa vida pessoal e em nossos negócios!

Se liguem no próximo episódio, na próxima quarta-feira, 27/07, às 19h.

Meu segundo aniversário

“Agora acho que consigo te explicar o que eu quero com o parto do Dante. Não quero só um parto normal, quero uma transformação.” Já era tarde quando a Manu lançou entusiasmada a proposta. Tinha tudo a ver com um documentário que acabávamos de assistir. Tony Robbins e seu estilo único de ajudar as pessoas. De transformá-las.

Demorei para atinar… “Como assim ?”

“Acho que não chegamos a passar por isso no parto da Nina.”

“Como não???”

“Acho que o parto natural tem um propósito maior. Quero algo mais carnal, uma transformação não só do bebê ou minha, mas nossa como casal. Acho que tudo foi muito artificial no parto da Nina.”

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