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Um desafio que virou homenagem!

Há 2 semanas fui desafiado a compor uma canção. Em francês, para festa de despedida de um dos meus melhores amigos aqui na França! Detalhe: não manjo nada de teoria musical e dá pra contar em uma mão as músicas que fiz até hoje. Nenhuma em francês. E há muito tempo nem relava no violão.

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Prêmio de consolação

Você já parou para pensar que no Brasil o que conta é o pódio? E que mesmo as medalhas de prata e bronze deixam um gostinho de prêmios de consolação?

O esporte abre a cortina das aparências e escancara a busca incessante pelo sucesso. E “ai” de quem cometer um deslize. Uma queda na ginástica, um empate no futebol, perder a disputa do bronze, tudo inadmissível! Há uma necessidade pelo ouro, para podermos mostrar que somos capazes, que não somos a vergonha da família, que aqui é Brasil!

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Não cai do céu!

É mito falar que nascemos com o dom da aceitação. Aceitação é dedicação, treino disciplina. Como qualquer outra coisa que se quer desenvolver.

E, de fato, é muito mais fácil aceitar nos palcos do que na peça da nossa vida. E meu maior exemplo, aquilo que me força a treinar a aceitação com maior intensidade é a educação da minha filha.

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Que tal um cafezinho?

“E os feedbacks espontâneos? Do dia-a-dia, a qualquer hora? Proponho esse desafio ao blog. Conseguimos aplicar técnicas para esses? Por vezes, estes tipos são mais valorizados pelos receptores do que os preparados e/ou os ensaiados… ” [pergunta enviada em 28/07/2016]

Você já parou para pensar que no improviso, o maior elogio no final de uma peça é “Nossa, parece que foi tudo combinado! Tem um texto pronto, né?!” Já no stand up, é quando ouvimos “Cara, como você consegue? Você fala tudo com tanta naturalidade!”, que temos certeza de um trabalho bem feito.

O fator que leva o público ao êxtase, em ambos os casos, é o treino.

No improviso treina-se para que haja uma continuidade, uma história conectada. Exercícios de rapidez de raciocínio, reação e principalmente aceitação, são a chave para que não haja lacunas e para que tudo saia como “combinado”. No stand up, cada gesto, cada interação com a platéia, tudo de fato é repetido à exaustão antes de ser executado no palco. E é assim que acaba ficando natural, que tudo parece muito espontâneo.

É claro que o ápice de um bom giftback, é poder dá-lo à qualquer hora, e sem muito ensaio. Mas para isso é preciso dominar o padrão, antes de quebrá-lo. É preciso muito treino!

“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.” Aristóteles.

Sem a prática, corremos o risco de nos basearmos na confiança, e passarmos do ponto ao compartilhar nossas observações.

Isso se vê muito em nossas amizades e relacionamentos. Achamos que temos o direito de falar tudo o que pensamos, sem pensar que há uma pessoa recebendo tudo aquilo. Que “se é meu amigo, não tenho que ficar medindo palavras”. E é aí que nos enganamos! É aí que muitas vezes tocamos na ferida. E repetindo isso por vários anos, abalamos toda uma relação.

Que tal nos espelharmos nas crianças? Elas não nascem e saem correndo. Existe todo um processo para isso. Primeiro se colocam sentadas, começam engatinhar, tentam ficar em pé, dão os primeiros passos e só conseguem correr depois de muita tentativa e erro.

“You don’t learn to walk by following rules. You learn by doing, and by falling over.” Richard Branson

E praticar serve também para a parte de receber o feedback. E agora vocês já conhecem a aceitação 😉  Vou fazer um post específico sobre porque temos tanta dificuldade em aceitar feedbacks negativos em breve! Fiquem ligados!

Para descontrair, gravei um videozinho, mostrando que, quando passamos pelos passos da técnica, é possível dar um bom Giftback em qualquer lugar. E quando não se está preparado, ter uma sala específica e hora marcada não solucionam o problema! Divirtam-se!

Esse post se originou de uma pergunta de um leitor! Se você tem dificuldade em dar ou receber feedback, ou tem alguma sugestão, crítica ou elogio, deixe aqui seu comentário! Se você também acredita que podemos ser melhores e viver com mais leveza, compartilhe esse texto com seus amigos e em sua empresa, para disseminarmos esse jeito leve de improVIVER!

E claro, improVIVA!

 

 

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A outra metade da pizza

Há quanto tempo você come a mesma metade da pizza?

Você já parou para pensar quanto tempo a gente gasta discutindo o não fazer, enquanto poderíamos estar usufruindo deste tempo para focar no “fazer”?

O “não” como primeira resposta é tão enraizado, que chegar num simples consenso de que tipo de comida vamos pedir hoje pode levar alguns minutos preciosos do nosso tempo. E gastar tempo, que é o que temos de mais precioso, já seria um bom motivo para nos tirar dessa inércia. Há ainda a espessa crosta da rotina e o desgaste da mesma discussão de sempre, em torno dos mesmos tópicos, que vão aumentando e fazendo proporcionalmente diminuir nossa tolerância e nosso entusiasmo pelas coisas mais simples da vida. Que abalam a cumplicidade e nos fazem perder o interesse de compartilhar momentos com quem amamos.

Acaba que, com a não aceitação, com o ciclo do não, nós ligamos o piloto automático. “Ah, vai meia calabresa mesmo”. E não nos abrimos ao novo!

Quanto tempo faz que você não vai com sua filha ao parque? Porque “não, tem trânsito”. Há quanto tempo você não faz algo diferente do trabalho-academia-casa durante a semana, porque “não, não tenho tempo”? Há quanto tempo você não visita seus pais e passa horas com eles, porque “não, eles não me entendem”?

No improviso teatral, a aceitação é um dos principais conceitos.

É a primeira coisa que se aprende, que se treina. Quando você entra no palco, você tem que se aceitar. Aceitar sua autenticidade, o seu jeito de ser, o que te levou a estar lá. E aceitar o outro como ele é, respeitá-lo e aceitar o que ele vai falar, a proposta de idéia que virá dele, para que a história flua. Para que realmente haja uma continuidade, uma construção.

Que tal fazermos o propósito de hoje dizermos SIM? Tentarmos nem que seja por alguns minutos. Experimente um novo sabor! Brinque com seus filhos em vez de ir ao shopping. Vá ao campo no lugar de ir à praia. Visite um asilo em vez de ficar vendo Netflix.

Faça algo que há tanto tempo está aí gritando em seu peito para ser feito. Diga SIM a uma idéia pela primeira vez. Diga SIM a uma proposta diferente. Vai lá e faz!

E pra dar uma força nessa arte de dizer mais sim, preparei um vídeo bem curto encenando uma técnica de improviso para treinarmos:

Aceite o novo! Aceite-se! E improVIVA!

Ah, a imagem destacada foi escolhida a dedo no site circulosvirtuosos.com, blog parceiro do improVIVAção. Dá uma passadinha lá para mais frases legais e textos super inspiradores, e que nos ajudam a improVIVER!

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Giftback – EP01

O que tem a ver o “SIM” do improviso + “presentes” + “1 barco” com o mundo corporativo e nossa vida pessoal? Tudo! Eu combinei essas 3 coisas para criar o conceito Giftback!

Vamos ao primeiro vídeo da série?

Mas e o barco?

O barco é o exemplo vivo de como usar o giftback! No próximo episódio, vou contar porque ele foi importante na criação do giftback e postar todos os detalhes de como usar o conceito na nossa vida pessoal e em nossos negócios!

Se liguem no próximo episódio, na próxima quarta-feira, 27/07, às 19h.